A Kojima Productions revelou detalhes sobre a tecnologia por trás de um dos jogos mais bonitos da geração, Death Stranding 2. Em entrevista ao Automaton, o diretor de tecnologia Akio Sakamoto explicou por quê o estúdio escolheu o motor gráfico Decima para desenvolver a franquia.
A Decima Engine foi criado pela Guerrilla Games, desenvolvedora de Horizon Zero Dawn e se destacou por suas capacidades técnicas avançadas. Segundo Sakamoto, a engine possui recursos necessários para criação de jogos de mundo aberto, apesar de não ser tão acessível quanto as engines comerciais.
“Ele oferecia muitas das capacidades necessárias para construir um jogo de mundo aberto e, embora alguns aspectos sejam menos imediatamente acessíveis do que nos motores comerciais, suas ferramentas de análise de renderização em tempo de execução se destacavam. Poder acessar um conjunto tão rico de dados sem depender de ferramentas externas é incrivelmente valioso.”
Ele também destacou o ambiente de desenvolvimento voltado para equipes amplas e multidisciplinares, algo que o estúdio considerava essencial.
Sobre os resultados práticos, Sakamoto comentou: “A contagem final de polígonos na paisagem de abertura chegou a aproximadamente 25 milhões, e ainda assim a cena manteve uma taxa de quadros estável”. Para ele, isso só foi possível graças às capacidades de renderização do Decima, que “nos permite realizar feitos difíceis de alcançar em outras tecnologias”.
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