Uma recente interação entre Mark Cerny, principal arquiteto da PlayStation, e Jack Huynh, executivo da AMD, chamou a atenção nas redes sociais. Em publicação no X, Cerny comentou ter testado a tecnologia FSR 4.1 em jogos de PC, destacando que ela utiliza a mesma base neural da versão aprimorada do PSSR presente no PS5 Pro.
A interação ganhou uma repercussão negativa entre os fãs, por ser vista como uma grande promoção entre a Sony e a AMD. No entanto, a publicação tem a intenção de reforçar a parceria entre as empresas no “Project Amethyst”, iniciativa conjunta voltada ao desenvolvimento de tecnologias gráficas baseadas em inteligência artificial.
Apesar das críticas, o avanço técnico é concreto e promete revolucionar as próximas gerações. O PSSR atualizado, segundo Cerny em entrevista ao Digital Foundy, apresenta melhor desempenho em relação à versão original, sendo cerca de 100 microssegundos mais rápido.
“Eu estava um pouco incerto sobre a possibilidade de existir uma opção para atualizar todos os títulos compatíveis com PSSR para o novo PSSR. A questão principal era que, para essa opção fazer sentido, o novo PSSR teria que ser mais rápido do que o original. Fizemos disso nosso objetivo e, no fim, conseguimos alcançá-lo — o novo PSSR é cerca de 100 microssegundos mais rápido que o original. Isso, por sua vez, nos permitiu implementar a opção “Enhance PSSR Image Quality”, que força a atualização de todos os jogos compatíveis com PSSR. Se você usá-la, as quedas de frame devem se tornar um pouco mais raras.”
Diversos títulos mais recentes já utilizam a tecnologia, como Resident Evil Requiem e Crimson Desert. Além disso, há planos para incorporar recursos como geração de quadros via FSR no futuro, apostando ainda mais em soluções upscaling.
Receba todas as notícias em tempo real em nosso Canal do WhatsApp!







Deixe um comentário